
O Grêmio abre o Brasileirão com a missão primeira de se blindar e estabilizar o trabalho do seu novo técnico e do seu novo time.
A arrancada será desafiadora. Tem o Atlético-MG neste sábado (29), o Ceará, em Fortaleza, no próximo fim de semana e emenda com o Flamengo, em Porto Alegre, no seguinte.
O começo vacilante de Gustavo Quinteros, motivado pelas dificuldades de acoplar sete caras novas na equipe sem tempo para treiná-las, exige um começo de Brasileirão firme. Ou seja, com, pelo menos, seis pontos nesses três primeiros jogos.
Por isso, a partida contra o Atlético-MG ganha peso, mesmo sendo apenas a primeira de 38 que virão.
Semanas livre de treino
Quinteros teve duas semanas livres para ajustar sua máquina e encontrar caminhos para seu Grêmio. Tudo indica que repetirá o time do Gre-Nal do Beira-Rio e uma versão mais competitiva.
A boa entrevista concedida pelo técnico aos repórteres de Zero Hora Geison Lisboa e Marco Souza dá pistas sobre o que o torcedor verá a partir deste sábado.
Melhorar a defesa
A ideia é estancar a sangria defensiva que fez o Grêmio levar 106 gols nas duas últimas edições do Brasileirão.
Para isso, encorpará o meio e adotará um modelo baseado na transição rápida para o ataque. Trocará um jogo mais plástico por um mais prático.
Uma cautela que pode fazer com que atravesse sem turbulências os próximos dois meses pontuados por 18 jogos e garanta um ano sem tensões.
Aliás, na mesma entrevista, Quinteros elencou como prioridades a Copa Sul-Americana e a Copa do Brasil, essa exigência da direção, e depois o Brasileirão, cuja missão é melhorar a campanha de 2024. O que está longe de ser desafiador. Afinal, acabou em 15º.
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