
Caso a caso. Ou melhor, produto a produto. É como deve ser avaliado o impacto sobre itens do agro da tarifa de 10% imposta pelos EUA, observa Renan Hein dos Santos, assessor de Relações Internacionais da Federação da Agricultura do Estado (Farsul). Há itens em que o produto brasileiro perderá competitividade no mercado americano. Outros, em que terá vantagem sobre competidores, que tiveram uma taxação maior.
— O Brasil tem de estar atento aos novos arranjos de alianças, para aproveitar oportunidades. Precisa ser cirúrgico — avalia Santos.