
Jogos como o da estreia tricolor na Sul-Americana carregam certo constrangimento. Nessa primeira fase, os adversários são muito ruins. O que pode ser pior do que não terminar em primeiro lugar em um grupo com Sportivo Luqueño-PAR, Atlético Grau-PER e Godoy Cruz-ARG?
Só o que fez o Inter no ano passado: ir para uma repescagem contra o Rosário Central, finalizando em segundo. Eduardo Coudet começou a cair ali, pois o empate com o Real Tomayapo-BOL em casa foi antes da enchente.
Se o Grêmio não ganhar do Sportivo Luqueño, em Assunção, a crise baterá à porta. O goleiro, dizem, é afeito a lambanças. A torcida do adversário azul não enche uma Kombi. Tomou 14 gols e fez só se vencer no Defensores del Chaco, terá feito sua obrigação.
Duro, mas é assim. A Sula só começa a ter grife nos mata-matas, sem esses clubes horrorosos. Braithwaite está liberado? Que jogue. Força máxima.
A Sula é a taça possível para o Grêmio, após o desterro no Gauchão.
O campeão embolsa US$ 6,5 milhões (R$ 36,9 milhões). Na fase de grupos, vitória vale US$ 115 mil (R$ 653 mil), para além dos US$ 900 mil (R$ 5,1 milhões) já recebidos.
Time? Com Monsalve ou Cristaldo e ponteiros. Se precisar de três volantes para ganhar do atual lanterna paraguaio, Camilo, Monsalve e Edenilson, aí não entendo mais nada.
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