
Era preciso vencer o lanterna do Apertura do Paraguai. Isso foi feito. O Grêmio derrotou o Sportivo Luqueño por 2 a 1 e estreou com vitória na Copa Sul-Americana. Emendou a segunda em quatro dias, o que sempre é favorável, ajuda no ânimo e na confiança.
Porém, mais uma vez, o resultado esteve descasado do rendimento. Houve dificuldades de construção e de elaboração de jogo contra um adversário de baixo nível técnico.
Gustavo Quinteros promoveu a entrada de Cristaldo no meio e voltou à ideia de usar dois volantes alinhados (Dodi e Villasanti) e uma linha de três à frente, com um meia central. Mais uma vez, houve problemas de mecânica, a saída de trás foi atrapalhada e a chegada à frente ficou sem fluidez. O Grêmio tem um longo caminho pela frente.
A melhora no segundo tempo se deu a partir dos 15 minutos, quando Edenilson, Kike e Braithwaite entraram nos lugares de Dodi, Pavon e Arezo. Em seguida, Camilo entrou no lugar de Cristaldo, e a ideia de usar um tripé no meio, com os extremas abertos, ofereceu maior equilíbrio.
Houve mais presença ofensiva e o gol de Braithwaite surge a partir de construção que se iniciou com Wagner Leonardo, passou pelo próprio Braithwaite, chegou em Edenilson e saiu de Kike para encontrar o dinamarquês na área.
Foi um ponto alto de uma noite de pouco futebol e de mais uma jornada de preocupação. Menos mal que a vitória veio, e isso ajuda a aliviar as tensões normais na construção do time.
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