
A primeira impressão foi de impedimento claro. Disse durante transmissão da Rádio Gaúcha que a sensação era de que o jogador do Fluminense estava um corpo à frente. Só que a imagem com as linhas da checagem do VAR mostrou que o Grêmio foi salvo por um detalhe na partida em que venceu, por 1 a 0, o time carioca pelo Brasileirão.
Estou falando do gol bem anulado da equipe do Fluminense. O lance ocorreu aos 11 minutos do segundo tempo. Caio Paulista chegou a marcar, mas o assistente Daniel Paulo Ziolli marcou impedimento de Marlon na origem da jogada.
Incrível como a imagem angulada da câmera de impedimento passa a impressão de que o jogador estava mais adiantado do que realmente estava. A checagem do VAR provou que Marlon estava com o tronco inclinado e com o ombro à frente do penúltimo defensor.
Isso prova duas coisas. A primeira delas é que o acerto do bandeira foi gigantesco, pois o impedimento foi sinalizado da maneira correta dentro de campo. A segunda é que não se pode brigar com a precisão do árbitro de vídeo para a análise deste tipo de lance.
Ou seja, mesmo que a imagem da televisão passe uma impressão, o VAR tem recursos muito melhores para esse tipo de análise.
Importante ressaltar o papel fundamental do VAR para legitimar o resultado da partida, pois o gol bem anulado do Fluminense ocorreu três minutos antes do gol da vitória do Grêmio. É para isso que existe o recurso eletrônico. Para trabalhar de maneira decisiva ajudando a arbitragem a tomar as melhores decisões.