agronomia

Suspeita de feminicídio

Um ano depois, como está o caso de ativista assassinada em Porto Alegre

Bruna Viesseri
Um anos depois do assassinato de Débora Moraes, 30 anos, em Porto Alegre, a família ainda aguarda por um desfecho para o crime, tratado como feminicídio. Ao longo desse tempo, lidam com a perda e a falta da mulher, mas reunem forças para se mobilizar por Débora. Para homenageá-la e buscar Justiça, dois atos estão previstos para o próximo sábado (16), na Capital.A investigação policial apontou o companheiro dela, Felipe Fraga Faustino, 42, como principal suspeito do crime. - Foto: Arquivo Pessoal<!-- NICAID(15542179) -->
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