
Animais de estimação podem oferecer aos humanos mais que uma companhia agradável e momentos de diversão. Um estudo publicado na revista PLoS One mostra que eles também ajudam os donos a fazer novos amigos e ter apoio social quando necessário - comportamento que também estão relacionados ao bem-estar das pessoas.
Cães conseguem diferenciar tristeza de alegria em humanos, diz pesquisa
Conexão entre cão e dono é semelhante a de mãe e filho, afirma estudo
Pesquisadores dizem que espécies mais exóticas de animas, como coelhos e cobras, também podem ser responsáveis pelos mesmos resultados sociais para a vida do dono.
Para descobrir como os animais contribuem para a formação de conexões sociais dos humanos, pesquisadores da University of Western Australia, da Harvard T.H. Chan School of Public Health, e do WALTHAM Centre for Pet Nutrition interrogaram cerca de 2,7 mil pessoas em quatro cidades: Perth, na Austrália e San Diego, Portland e Nashville, nos Estados Unidos. Os participantes responderam questões sobre a relação que eles têm com a vizinhança.
Cães percebem quando mentidos para eles
Em estudo, cão consegue identificar câncer de tireoide
Os resultados mostraram que ter um bichinho de estimação era o terceiro motivo mais citado como forma de conhecer pessoas nos bairros. O primeiro resultado era "ser vizinho" e o segundo "frequentar parques e ruas locais". A pesquisa também afirmou que as pessoas que têm pet são 60% mais propensas a conhecer novas pessoas, em comparação aos que não têm animal.
Além disso, os donos de cães que levam os animais para passear com frequência apresentaram mais chances de fazer amizade com pessoas que também tinham um animal de estimação.
Leia mais sobre saúde e bem-estar
- Eu não me relaciono com muitas pessoas quando saio de casa sozinha. Mas isso muda completamente quando eu levo a minha cachorrinha junto comigo. Ela abre portas para um universo de pessoas - afirma Elizabeth Frates, professora em Harvard Medical School.