
O Grêmio bateu o martelo internamente sobre a logística de deslocamentos na temporada de 2025. O Tricolor não utilizará todos os voos fretados durante o ano, mas tentará adotar o deslocamento diferenciado em duelos decisivos nacionais ou de longa distância, além das partidas da Sul-Americana.
A direção fez orçamentos com algumas empresas para tentar viabilizar a operação em todos os jogos. Os custos foram considerados elevados para o pacote completo, e a alternativa encontrada foi avaliar caso a caso, competição por competição.
O clube definiu que para duelos da Sul-Americana, uma das prioridades na temporada, o deslocamento privado será sempre executado. Na Copa do Brasil, a tendência é de repetição do modelo.
Já no Brasileirão, por exemplo, a cada rodada o modelo será estudado. Para jogos em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, quando não há necessidade de escala, o Grêmio tende a viajar em voos comerciais para não elevar os gastos. As sedes só receberão a delegação de outra forma caso a malha não ofereça condições de horários compatíveis com a programação gremista ou tenham um caráter decisivo: confronto direto ou véspera de partida eliminatória.
Para o Nordeste, o Tricolor se movimentará com fretamento de aeronaves. Um exemplo é o jogo deste final de semana com o Ceará. O clube fechou com a Sideral, empresa paranaense que atende algumas equipes brasileiras. Para o Paraguai, a GOL foi a escolhida. Uma terceira alternativa é a Azul. A cada duelo elas são acionadas para verificar preços e disponibilidade.
A CBF, em competições nacionais, subsidia 33 passagens e estadia. Entretanto, geralmente, o número numa delegação é superior em virtude de membros de comissão técnica, estafe e dirigentes. Neste caso, o clube assume o pagamento. Em fretamentos, a entidade destina parte dos valores que seriam pagos a empresas aéreas para compensar o investimento das equipes.
Quer receber as notícias mais importantes do Tricolor? Clique aqui e se inscreva na newsletter do Grêmio.