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O que o Grêmio está conseguindo retomar nesse início de Brasileirão que não encontrou nos desterros do primeiro semestre, estes capazes de deixar o torcedor ressabiado mesmo após a liderança, como se viu nas vaias a Maicon no episódio do fair play?
Bem, na Libertadores o nível é mais alto. O furo é mais embaixo. É mais difícil de fazer o enfrentamento com os adversários, como se viu diante do Rosario Central, depois eliminado pelo Nacional, de Medellín. Faltou bola, capacidade, como admitiu Roger.
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Mas e o Gauchão?
E a Primeira Liga?
Aí as explicações da melhora neste começo de Brasileirão 2016 são de outra natureza.
Walace e Maicon voltaram a ser construtores, e não apenas defensores. De novo chutam, aprofundam, dão assistência. Não fica tudo nas costas de Douglas ou de quem estiver na faixa central, à frente deles. Bolaños vinha atuando no lugar, antes de se apresentar ao Equador para a Copa América Centenário.
Luan, de falso 9, rende muito mais. O melhor Grêmio de Roger teve ele por trás dos volantes. A recomposição está animada e atenta. Virou, mexeu, e o Grêmio voltou ao ponto de partida para retomar o prumo certo: em time, esquema e peças.
O Grêmio deu um giro de 360º sobre si mesmo para se reencontrar.
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