
O tradicional prédio onde se localiza o Memorial do Rio Grande do Sul - uma das criações do célebre arquiteto alemão Theo Wiederspahn na Capital - sofreu uma das transformações mais significativas desde a reforma do final dos anos 1990 para receber o novo Museu dos Direitos Humanos do Mercosul. Galerias foram construídas no térreo, o primeiro piso receberá novas atrações após 14 anos, e áreas internas foram modificadas para receber exposições artísticas. Confira algumas das mudanças que o Memorial apresentará após sua reabertura na terça-feira:
NOVAS GALERIAS NO TÉRREO
> Foram construídas três galerias para exposições que poderão estar vinculadas ao Museu dos Direitos Humanos ou ao Memorial do RS. Além disso, a área em que se localizava um café dará lugar a uma sala multiuso. Logo após a reabertura, porém, esse espaço será utilizado como arena de debates. O café será instalado no primeiro piso.
REFORMA PARA RECEBER MUSEU
> A ampla área do primeiro piso do Memorial, onde até poucos meses atrás ficava exposta a linha do tempo com a história do Rio Grande do Sul, receberá o novo Museu dos Direitos Humanos do Mercosul e mostras temporárias. Para isso, o local ganhou novas divisórias e iluminação. Partes do teto não puderam ser renovadas para que, futuramente, se tente recuperar uma pintura original decorativa que hoje está sob uma camada de tinta branca.
MELHORIAS NO SEGUNDO PISO
> Neste andar se localizam áreas administrativas, o Arquivo Histórico e salas de exposição e de múltiplo uso. Parte delas foi renovada, com recuperação do piso original, melhorias nas paredes e outras intervenções destinadas a receber mostras variadas. O espaço do chamado ateliê educativo oferece uma área aberta com visão do entorno.