
O calendário do futebol brasileiro é complexo e injusto com os clubes na busca por um planejamento equilibrado. A sequência de jogos e a dificuldade deles faz com que até os grandes elencos tenham dificuldade de disputar com força todos os campeonatos da temporada.
Não vou negar que pior do que o calendário apertado é ter um ano com poucos jogos. Na mesma medida em que reclamamos disso, no dia a dia é bom ver o nosso time com inúmeros compromissos nas principais competições do continente.
A Libertadores é a competição que, automaticamente, se coloca como a mais importante para todas as equipes. Em janeiro, torcida e responsáveis pelo futebol dos clubes já colocam esse objetivo no topo. É um desejo quase instintivo.
O grupo colorado é o mais difícil da fase de grupos desta edição. O peso da camisa do Inter somado à qualidade atual dos adversários coloca o time de Roger Machado como favorito. Porém, a peculiaridade é a previsão de jogos complicados fora de casa. Essa realidade fica exposta já no primeiro compromisso, fora de casa, diante do Bahia. Jogar em Salvador, levando em consideração o fator local, é uma missão desafiadora.
Essa primeira partida, na Arena Fonte Nova, é importante para que o Inter apresente suas fichas na Libertadores. Serve como uma primeira impressão. Assim como foi na estreia pelo Brasileirão, na partida contra o Flamengo. Conquistar o respeito dos adversários por conta do desempenho em campo também é um fator que pode ser usado como estratégia. Além disso, uma boa atuação, com vitória, é capaz de colocar mais um tijolinho na sólida estrutura do Inter montada por Roger Machado.
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