
O primeiro tempo do jogo foi equilibrado. Tivemos a chance de marcar gols em oportunidades claras. O problema chegou na segunda etapa. De cabeça fria e deixando o clubismo um pouco de lado, não foi uma boa partida do Inter, no segundo tempo.
Fomos envolvidos pelo Bahia em vários momentos e isso fez com que a gente sofresse mais do que esperado. Claro que existe mérito do adversário, mas o Inter acabou facilitando um pouco as coisas a favor dos mandantes.
Apesar do jogo abaixo na comparação do Inter com ele mesmo, é importante destacar que em nenhum momento a equipe deixou de ser perigosa. Essa é uma característica importante para times que estão formando caráter. Saber se portar em um jogo de Libertadores, com cenário adverso, também pode ser visto como qualidade. E foi assim a aparência colorada em Salvador.
Gol do Bahia foi do lado do Rogel
Inclusive, ficou evidente a limitação de Rogel. O problema de ter jogadores pouco qualificados é que em algum momento eles serão utilizados e podem comprometer. O zagueiro entrou no lugar de Juninho e demorou para entrar no ritmo da partida. O gol do Bahia saiu pelo lado dele. Além disso, a saída de bola ficou quadrada a partir do seu ingresso. A volta de Victor Gabriel é imprescindível.
Acredito que Roger errou ao não escalar Enner Valencia. Rafael Borré é um jogador extremamente qualificado. Porém, precisamos respeitar o momento dos atletas. O equatoriano tem reencontrado seu futebol e nos últimos confrontos conseguiu ser decisivo para o time. Creio que o técnico colorado precisa começar a olhar para Valencia como titular da equipe. Nada pode superar a resposta do campo.
O resultado é importantíssimo para a tabela. A partir de agora, o Inter tem dois jogos em casa. Conseguir seis pontos na sequência transformará o empate diante do Bahia em um placar maior ainda.
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