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Desde que a Alternativa para a Alemanha (AfD) se tornou, no domingo (23), a segunda maior força política do país, com uma agenda xenófoba e extremista, ganhou força uma campanha nas redes sociais: hospitais do país mostram como seria a infraestrutura sem os trabalhadores imigrantes. Em uma das imagens, aparece a escadaria cheia de profissionais de saúde e uma pergunta: “Como seria a Alemanha sem imigrantes?”
Cerca de 15% dos médicos e enfermeiros na Alemanha têm nacionalidade estrangeira e representam uma parte essencial para o funcionamento de hospitais, lares e consultórios médicos.