A jornalista Carolina Pastl colabora com a colunista Gisele Loeblein, titular deste espaço.
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Entre garfadas, brindes e negócios, chamou a atenção da coluna o cardápio — e o que estava dentro da taça — do jantar de quarta-feira (20), oferecido pelo presidente Lula ao chinês Xi Jinping. Das cinco bebidas servidas no encontro, quatro eram gaúchas: três da vinícola Casa Valduga, de Bento Gonçalves, e uma da Hermann, de Pinheiro Machado.
Para o Eduardo Valduga, diretor da vinícola de Bento Gonçalves, na Serra, o jantar deve ser motivo de brinde por todo o Brasil:
— É o prestígio do produto brasileiro, oferecendo e promovendo o que se faz aqui de altíssima qualidade.
A maior parte dos rótulos produzidos pela Casa Valduga ainda fica no mercado interno, mas há um desejo, acrescentou o empresário, de expandir horizontes para fora do Brasil. O que, com o jantar, pode ter sido um início – pelo paladar. E lembra:
— Poderia ser a qualquer outra vinícola. Tem outras maravilhosas que também conseguiriam chegar lá.
A quinta bebida servida foi a Cachaça Pindorama, do Rio de Janeiro.
No top 100
A Casa Valduga também recebeu uma outra boa notícia recentemente. A vinícola gaúcha figurou entre as cem melhores do mundo em 2024, segundo o guia World's Best Vineyard, divulgado no início de novembro. Foi a única brasileira do ranking, ocupando a 58ª posição.