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Paulo Sant'Ana costumava usar essa expressão gaudéria quando analisava corridas eleitorais. Projeções, o sobe e desce das pesquisas, apostas sobre quem vai ganhar e perder a partir de um determinado cenário político.
Ele a usava menos no futebol, até pela sua relação com o Grêmio. O lado torcedor colocava em dúvida a sua isenção, e o debate entrava mais no folclore e no talento puro do comunicador.
Mas quando era o cronista social falando a expressão explodia. A ideia era de que as previsões até determinando momento se perdiam dentro de um novo cenário perturbador. Tudo poderia acontecer.
Acrescento a interrogação no título da coluna por que as diferenças ainda estão estabelecidas no Gauchão.
Mesmo com oito desfalques severos — Rochet, Bruno Gomes, Thiago Maia, Alan Patrick, Wesley, Borré, Gabriel Carvalho e Tabata —, o favoritismo diante do Caxias é vermelho.
Em folha salarial, R$ 16 milhões x R$ 500 mil. Mas é óbvio que, com reservas, qualquer favoritismo diminui.
E na frente deste novo Juventude, de Série A, o favoritismo azul é o da camisa, depois do quase fiasco em Roraima. Na hora agá, eis um ponto, o Juventude quase sempre se atrapalha com o Grêmio.
Mas a decisão da vaga, dessa vez, é no Jaconi. Até que ponto preteou o olho da gateada de um Gre-Nal decisivo no Gauchão?
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