Valor, conforme apuração da segunda fase da Operação Capa Dura, teria sido utilizado para o pagamento de uma parcela de um imóvel adquirido em 2022 por Sônia da Rosa. De acordo com a polícia, há indícios de que o montante teria sido pago diretamente ao vendedor do apartamento e seria decorrente do favorecimento da então titular da pasta para o direcionamento de compras para determinadas empresas