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Um nome ainda não cogitado conta com a simpatia da direção para treinar o Grêmio. Trata-se do catarinense Itamar Schülle, 48 anos, campeão paranaense deste ano pelo Operário de Ponta Grossa.
Ele seria a alternativa de Romildo Bolzan Júnior, diante da dificuldade de acerto com Doriva, que enfrenta problemas para rescindir com o Vasco.
Treinador com passagem por inúmeros clubes gaúchos, como Brasil-Pel, Pelotas, São José, Novo Hamburgo e Caxias, Schülle virou notícia com a campanha no Operário, que culminou com a goleada por 5 a 0 contra o Coritiba, na final do Paranaense.
Ainda vinculado ao Operário, Schülle foi consultado sobre a possibilidade de vir para Porto Alegre. Seu perfil se encaixa no de treinador sem maiores exigências financeiras, e seu nome ainda não figurava nas listas anteriormente divulgadas.
Se contratado, ele poderá trabalhar com Luiz Antônio Zaluar, atualmente no Caxias, que faria a ligação entre a categoria profissional e a base.
Bolzan tem mantido o nome sob sigilo quase absoluto. Nem mesmo aos vice-presidentes tem feito maiores revelações. Entende que o técnico deva sair de sua própria cabeça e quebra o conceito de que necessite ser um nome consagrado.
O dirigente rejeita, até mesmo, a sugestão de que deva deixar a escolha a cargo do vice de futebol para fugir de uma cobrança maior da torcida em caso de insucesso. A amigos, Bolzan afirma que é do presidente a responsabilidade, independentemente da consequência.
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