
Borré e Valencia são os dois maiores investimentos feitos pela direção do Inter tendo à frente o presidente Alessandro Barcelos, que viajou pessoalmente para estas contratações. Juntos custam cerca de R$ 4 milhões mensais para o clube Colorado.
A ideia é ter centroavante que resolva jogos. Eles têm se revezado na titularidade. Roger não escala os dois ao mesmo tempo porque se deu conta de que o resultado não chega a ser positivo. É um ou outro no time.
Por vezes Borré nos convence que deve ser o titular. Outras vezes o convencimento vem de Valencia. Neste momento a referência de titularidade é do equatoriano, como admitido por Roger Machado na entrevista coletiva depois de empatar com o Bahia com gol de Valência.
Os dois dão, em seus próprios tempos, uma boa resposta ao clube e justificam o custo de cada um. Uma vez é Borré quem faz gol no Gre-Nal, outra vez é Valencia. Os colorados estão felizes com eles.
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