
Faleceu na última sexta-feira (28), em Porto Alegre, o empresário Cláudio Donadio Fróes, aos 66 anos. Ele foi fundador da revenda de automóveis Fox Veículos.
Ele deixa a esposa, Viviane Villas Boas Maglia, com quem era casado desde 1988, e os dois filhos, Frederico e Franco.
— Foi um exemplo de trabalho duro, dedicação e honestidade. Ele era um homem generoso, solidário com a família, os amigos e o próximo. Valorizava suas raízes e sempre enxergava o lado bom da vida — diz o filho Frederico sobre o pai, Cláudio.
A missa de sétimo dia será nesta quinta-feira (3), às 18h30, no Santuário Santo Antônio, na Capital.
Trajetória
Nascido em 22 de março de 1959, construiu uma trajetória marcada pelo empreendedorismo e pela inovação no setor automotivo.
Apaixonado por automóveis, Fróes começou a trabalhar ainda jovem, restaurando e revendendo motos e carros na garagem da casa dos pais.
Formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em 1982, expandiu seus negócios e, em 1988, fundou a Fox Veículos. Com o tempo, a empresa se destacou pela qualidade dos seminovos e pelo atendimento profissionalizado.
Desde 2000, era concessionário da Mitsubishi, tendo também representado as marcas Asia Motors e Nissan. Além disso, criou uma das primeiras oficinas especializadas na instalação de gás natural veicular (GNV) em Porto Alegre.

Legado
Além do sucesso empresarial, Cláudio Fróes se dedicou a iniciativas sociais. Apoiava o Santo Antônio do Pão dos Pobres, fortalecendo a parceria entre a Fox Veículos e a oficina-escola da instituição, que capacita jovens na área da manutenção mecânica.
Pela atuação, em outubro de 2024, foi homenageado durante a assinatura do convênio entre o Pão dos Pobres e o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do RS (Sincodiv-RS/Fenabrave), que garantiu a continuidade do curso profissionalizante.
Fora do ambiente de trabalho, era automobilista, aeronauta e colecionador de carros antigos. Também cultivava o hábito da leitura e viajava frequentemente pelo Brasil e pelo mundo com a família.
— Por mais que tenha partido cedo, viveu uma vida cheia e bem aproveitada. Nas palavras de minha mãe, um meteoro. Enchia seu entorno de bom humor e carinho. Trabalhava com a sua paixão de infância, os automóveis. Viajou o mundo, fez grandes amigos e colecionou histórias — afirma o filho.
*Produção: Murilo Rodrigues