
Desde a lesão de Paolo Guerrero contra o Fluminense, Thiago Galhardo assumiu não só a posição de centroavante do Inter, mas também o protagonismo da equipe de Eduardo Coudet. Com a chegada de Abel Hernández, o camisa 17 colorado foi recuado mais uma vez para a função de segundo atacante. Até agora, em 28 jogos, Galhardo tem 13 gols e sete assistências na temporada.
GZH consultou quatro de seus colunistas para saber onde eles acham que o atacante rende melhor dentro do esquema de Eduardo Coudet. Confira as opiniões:
O Galhardo é desses jogadores que se colocam à disposição do treinador para atuar no meio-campo em qualquer uma das posições, mas já demonstrou que é um jogador que tem faro de gol. Ele é 9? Não. Mas tem cumprido com qualidade essa função. Enquanto o Inter não tiver Guerrero, Galhardo precisa jogar muito próximo do gol adversário, seja de 9 ou de companheiro de 9. Até mesmo porque Abel Hernández ainda não provou que pode ser o dono da posição. Então, neste momento, Galhardo é atacante e perto do gol adversário.
Thiago Galhardo tem sido o jogador mais importante do time na temporada, uma trajetória construída de assistências e gols. Ele tem grande movimentação na frente, pode ser importante fazendo uma função de articulação, junto com Boschilia e Patrick, mas com chegada à frente para se aproximar de Abel Hernández.
Galhardo pode funcionar centralizado atrás de dois atacantes, é sua posição de origem. É como mais gosto de vê-lo jogar. Mas no conceito de Coudet, ele flutua com liberdade perto da zona de conclusão e entra na área. Nesta função, vive sua melhor fase na carreira.
Centroavante. Quanto mais perto do gol, melhor. A sua capacidade de finalização é muito grande. Quanto mais perto do gol adversário, melhor. Galhardo está sendo o que Guerrero seria para o time colorado. E agora, ainda tem a companhia de Abel Hernández, que não o deixa isolado no ataque.