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Frequentadora do G-4 nas primeiras rodadas do Brasileirão, a Ponte Preta acumula cinco partidas sem vitória. Consequência disso, caiu para a 11ª posição, com 18 pontos, um a menos que o Inter. A queda de rendimento, no entanto, é explicada pela tabela de jogos do time de Campinas, justifica o técnico Guto Ferreira.
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Para o duelo de domingo contra o Colorado, mesmo que o adversário atue com misto, o time paulista precisará se superar, alerta Guto. Confira trechos da entrevista concedida a ZH:
A Ponte Preta começou bem no Brasileirão e agora ocupa a 11ª colocação. São cinco jogos sem vencer. Como reverter a atual situação?
Voltando a jogar bem (risos).
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Qual foi o motivo que fez o time cair de rendimento?
É só dar uma olhadinha na tabela para entender. A Ponte até agora perdeu para quatro clubes entre os primeiros, sendo três jogos fora de Campinas e outro que era mando nosso, mas foi em Cuiabá (contra o Palmeiras). Perdemos para Fluminense, Corinthians e Palmeiras longe de casa e empatamos com Coritiba e Joinville, que são times do nosso padrão. Fomos derrotados no Moisés Lucarelli para o Atlético-MG, que é o líder. Então, a Ponte não teve uma queda acentuada, e sim uma sequência de tabela bastante salgada. E segue com um jogo contra o Inter em casa. Cabe a nós a superação e buscar o resultado.
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O momento do Inter, eliminado da Libertadores e possivelmente com reservas, pode ser um facilitador?
Veja a escalação reserva do Inter: Muriel, que já foi titular por muito tempo, Réver, que todo mundo sabe quem é, Alan Costa, que é titular. Aí você pega Anderson, Nilton, Nico Freitas... Olha o meio-campo dos caras! Junta quatro jogadores desses aí e dá a folha salarial da Ponte. Na frente vem Vitinho, Rafael Moura... O que não falta para o Inter é plantel. Aonde jogar, sempre é favorito. É um jogo muito difícil.
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A Ponte passou por algumas mudanças. Saíram jogadores como Renato Cajá e chegaram alguns outros. Ainda há a necessidade de uma nova adaptação?
A Ponte perde uma referência técnica (Renato Cajá) e tem que remontar a equipe dentro dessa situação. Não saiu só ele, teve também Rildo e Roni. Houve perdas importantes, chegaram outras. A Ponte está neste processo de readaptação. Jogadores se conhecendo, buscando cada um seu espaço e a gente tentando encontrar os 11 melhores para jogar.
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Como está a situação do centroavante Borges, ex-Grêmio?
Como ele ficou muito tempo parado, vem num processo de crescimento no aspecto físico. No jogo de quarta-feira contra o Coritiba (pela Copa do Brasil) já deu uma resposta bastante positiva.
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