A irmã de Meghan Markle, Samantha Markle, apoiou a fala do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira (1º), de que os norte-americanos não pagarão pela segurança do príncipe Harry e da esposa, que recentemente se mudaram para a Califórnia, nos Estados Unidos.
Em entrevista ao portal The Sun, Samantha disse que o casal foi "cruel" ao deixar o Reino Unido no meio da pandemia de coronavírus, e que a decisão foi "nojenta".
— Fazer o contribuinte pagar por sua segurança quando o mundo está morrendo é muito chocante — afirmou. — Apoio totalmente o presidente Trump, ele é notável nessas circunstâncias. Dizer que ele tem sangue nas mãos é absolutamente nojento.
Samantha continuou a sua crítica à irmã dizendo que o casal não parece se importar com sua família e que os dois são "hipócritas".
— O povo dos Estados Unidos não deve pagar por sua segurança. Harry e Meghan não parecem se importar com as famílias ou as pessoas ao seu redor. A autopreservação deles é bastante nojenta. Eles podem atirar pedras o quanto quiserem, mas são os maiores hipócritas do mercado atualmente. É uma pandemia devastadora, a ideia de abandonar as duas famílias sem mais que um telefonema é chocante — afirmou.
Para finalizar, Samantha acrescentou acreditar que Meghan sempre planejou voltar a Hollywood.
— Ela nunca cortou laços com seu agente ou gerente em Los Angeles.
Meghan tem uma relação conflituosa com a família por parte do pai, Thomas Markle. Inclusive, foi ele quem divulgou à imprensa trechos do documento pessoal que culminou no processo aberto pela duquesa e o marido contra o jornal Mail on Sunday por invasão de privacidade.
Thomas também já foi acusado de ter colaborado com paparazzi que o perseguiam em busca de cliques. Ele teria permitido que uma agência o fotografasse enquanto provava a roupa que usaria no matrimônio da filha famosa. No entanto, ele não foi ao casamento real, por não querer constranger nem a própria filha nem a família real britânica. Meghan foi levada ao altar pela mãe, Doria Ragland, com quem tem um ótimo relacionamento.
Afinal, quem fica com a conta?
Herdeiro do trono e pai de Harry, o príncipe Charles deve pagar 2 milhões de libras (R$ 12,9 milhões) por ano pelos custos de segurança do casal nos Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo Daily Mail.
Segundo uma fonte ouvida pelo jornal, o príncipe de Gales "concordou em pagar uma contribuição privada" para Harry e Meghan depois que eles partiram de Vancouver, no dia 27 de março, rumo a Los Angeles.
O valor total de gasto com segurança do casal nos EUA pode chegar a 4 milhões de libras (cerca de R$ 25,9 milhões) por ano, afirmou o Daily Mail.
O assunto gerou polêmica no final de semana após o presidente Donald Trump dizer que os Estados Unidos não vai pagar a conta pela segurança do casal no país. O republicano se manifestou depois que o casal desembarcou na Califórnia em meio à pandemia de coronavírus e postou a seguinte declaração em seu perfil do Twitter no domingo (29):
"Sou um grande amigo e admirador da rainha e do Reino Unido. Foi relatado que Harry e Meghan, que deixaram o Reino, residiriam permanentemente no Canadá. Agora eles deixaram o Canadá para os EUA, no entanto, os EUA não pagarão por sua proteção de segurança. Eles devem pagar!".
Um representante de Harry e Meghan se pronunciou informando que o casal não pretende pedir que o país custeie sua proteção.
"O duque e a duquesa de Sussex não têm planos de pedir ao governo dos EUA recursos de segurança. Acordos de segurança com financiamento privado foram feitos".