
O resultado foi muito melhor que a atuação. O gol de Valencia, no final, foi um prêmio num jogo que se desenhou com derrota na sua maior parte.
Roger é um técnico que tem “erro zero” desde que chegou ao Inter. Todas as decisões de escalação ou estratégia foram acertadas. Até o jogo contra o Bahia. Ele cometeu um erro ao escolher Borré para começar a partida.
O jogo se apresentou com muitos espaços para contra ataques. Tinha a cara de Valencia. Mas não só por isso. O equatoriano está numa fase muito boa. Chuta do meio da rua e faz golaço em Gre-Nal. Vai pra seleção e faz gols bonitos. Tinha que estar em campo. A prova disso foi o gol de empate.
Quando Bernabei cruzou, Valencia estava fora da jogada. Mas quando Ronaldo, goleiro do Bahia, soltou o rebote no chute de Aguirre, a bola procurou Enner e ele mandou pra rede.
Roger não é teimoso
Se ele estivesse em campo mais cedo, acredito que o Inter estaria mais perto da vitória. Roger errou, mas não é teimoso e praticamente garantiu Valencia entre os titulares já no domingo (6), contra o Cruzeiro, no Brasileirão.
É preciso analisar o “combo” dos dois jogos. Empatar com Flamengo e Bahia fora de casa, considerando as circunstâncias, não dá para achar ruim. Voltamos pra casa no domingo e, já contra o Cruzeiro, vamos reencontrar o bom futebol com vitória.
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