
O Grêmio apresentará aos conselheiros em reunião nesta quinta-feira (27) os números da temporada de 2024. E mesmo em um ano de dificuldades, com enchente e briga contra o rebaixamento, o clube registrou superávit de R$ 44 milhões, R$ 102 milhões acima do valor suplementado e R$ 72 milhões acima de 2023.
O total de receitas foi de R$ 491 milhões em 2024, R$ 57 milhões acima do ano anterior. O número representa crescimento de 13% em relação ao ano de 2023.
O resultado positivo está sustentado, essencialmente, em quatro pilares de arrecadação: as receitas da TV, vendas e mecanismo de solidariedade da Fifa, quadro social e patrocínios.
A negociação pelos direitos de transmissão injetou R$ 179 milhos nos cofres gremistas. Logo atrás na lista de receitas, vem a venda de atletas e a arrecadação do mecanismo de solidariedade da Fifa.
Entre negociações de Gustavo Nunes, Ferreira, Galdino, Carballo, Cuiabano e Uvini, o Grêmio recebeu R$ 106 milhões. A arrecadação do quadro social foi de R$ 81 milhões e patrocínios de R$ 71 milhões.
Arena deixa um crédito de R$ 109 milhões
Mas além dos movimentos mais tradicionais, uma aposta da gestão também teve impacto no demonstrativo de resultados do ano. O Grêmio adquiriu parte da dívida da Arena no ano passado. Pela operação, que agora deixa um crédito de R$ 109 milhões para o clube, o Tricolor pagou R$ 20 milhões. O que rendeu R$ 89 milhões para o balanço.
Já em despesas financeiras, o valor foi de R$ 61 milhões, enquanto as despesas operacionais foram R$ 388 mil.
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