
Em entrevista à atração The One Show, o amigo do príncipe Harry JJ Chalmers, diz apoiar e conhecer as razões que levaram o príncipe, de quem se aproximou enquanto servia às Forças Armadas, a buscar uma vida afastada da realeza. Para o ex-fuzileiro naval, a escolha foi tomada pensando em proteger sua esposa Meghan Markle, e o filho do casal, Archie, de apenas oito meses.
– A coisa que mais muda sua vida é ter filhos. Ele é menos o capitão do Exército que eu conhecia e é mais um pai. Acho que a decisão que tomou, na linha de frente, foi a de proteger sua família, porque essa é a regra número um: ser pai e ser marido – disse Chalmers.
Ao ser questionado sobre qual seria a razão para tal ruptura ele disse acreditar que Harry estaria pensando no bem-estar de sua família, afastando-a o máximo que conseguir do assédio da mídia.
– Ele é um indivíduo muito íntegro. No dia em que precisar responder ao filho, quando ele começar a entender isso, poderá olhá-lo nos olhos e dizer: 'Tomei a decisão certa e fiz isso por você'. Ele cresceu sob os holofotes e sabe como terminará se isso não for tratado corretamente.
Harry e Meghan surpreenderam a rainha Elizabeth II quando anunciaram, na quarta (8), que querem se afastar dos compromissos da família real, viver uma vida mais independente e pagar as próprias contas.
O passado de Meghan como atriz na série de televisão americana Suits imediatamente provocou a especulação de que ela poderia voltar a atuar. Ela teria assinado um contrato com a Disney para a dublagem de filmes da empresa e, em troca, a Disney fará doações para uma entidade beneficente que protege elefantes da caça predatória, a Elephants Without Borders. A informação foi divulgada pela revista The Times.
Especialistas em relações públicas preveem que os duques de Sussex poderiam se tornar o casal de celebridades com o maior salário do mundo, chegando a faturar juntos cerca de US$ 1 bilhão em uma década, o correspondente a mais de R$ 4 bilhões.