
A abertura da primeira unidade da rede Simple Organic no Rio Grande do Sul estava prevista para a última sexta-feira (26) em Santa Maria.
Com o anúncio da bandeira preta em todo o Estado, o plano teve de mudar, mas a marca já opera com delivery na cidade gaúcha.
Com 20 lojas no Brasil, a rede nasceu em Florianópolis com uma proposta ainda pouco comum no Brasil: é natural, orgânica, vegana, sem gênero e não usa produtos que maltratam animais (cruelty-free, na linguagem dos defensores dos bichinhos).
Em Santa Maria, assim que for possível, vai abrir no Empreendimento Espírito Santo, com venda de cosméticos divididos nas categorias de maquiagem, cuidado com a pele (skincare, como os adeptos preferem chamar) e bem-estar. São fórmulas elaboradas com base em ingredientes certificados e extraídos de forma ética, consciente e responsável, respeitando os preceitos de cadeia produtiva justa.
Também vai aplicar logística reversa, ou seja, vai receber embalagens vazias dos produtos, que destinará a centros de reciclagem local. A fundadora, Patrícia Lima, afirma que o conceito de "beleza limpa" que a rede adota inclui a saúde do corpo e tudo que é aplicado nele, como processos limpos e corretos com o planeta. Patricia se orgulha do que chama de "DNA ativista", em defesa de valores como igualdade de gêneros, a não realização de testes em animais, a valorização da beleza real, o respeito às normas éticas e ecológicas.